Tudo o que existe em nós existe também na natureza, pois fazemos parte dela. ( Pablo Picasso )
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
ÍNDIOS - A POPULAÇÃO "BRASILEIRA"
ÍNDIOS - A POPULAÇÃO "BRASILEIRA"
Índios descendentes das populações vindas da Ásia . Segundo o professor Darcy Ribeiro(antropólogo brasileiro) : “Índio é todo individuo reconhecido como membro de uma comunidade pré –colombiana que se identifica como etnicamente diversa da nacional e considerada indígena pela população brasileira com que está em contato” Alguns estudam recentes apontam como 2500000 o numero de índios que viviam no Brasil, estes que eram organizados em tribos, com costumes próprios que diferiam entre as tribos. Índios diferentes de nós e de si mesmos. Dentre as tribos existentes podemos destacar: - tupis , que ocupavam uma ampla zona costeira entre o Ceará e Cananéia ( em São Paulo) - guaranis,situados entre a Ilha da Cananéia e a Lagoa dos Patos (Rio Grande do Sul) - aruaques,desde o Amapá até o estado do Pará - os potiguaras e tabajaras (ambos situados a partir da Foz do Rio Jaguaribe).* Lembrando que ambas as tribos foram mencionadas no livro Iracema de José de Alencar. Organizações indígenas Como toda comunidade, os índios também possuíam uma estrutura social bem regulamentada. No campo do trabalho a divisão era feita por sexo e idade. As mulheres plantavam e cozinhavam,colhiam e cuidavam das crianças. Já os homens caçavam,pescavam e encarregavam-se da guerra . As crianças eram incorporadas na sociedade : tantos os meninos como as meninas aprendiam as funções que exerceriam quando fossem mais velhos. O casamento (poligamia , monogamia,poliandria ou casamento grupal) variava de tribo para tribo. Para os índio a mais alta autoridade de poder era o chefe ou cacique. Comparando a sociedade política indígena com a republica em que nós vivemos , temos grandes diferenças , já que o cacique é alguém que respeita a todos e tenta sempre fazer o bem para sua tribo caso contrario ele é realmente despedido. Costumes culturais A antropofagia era um ritual canibal onde os índios comiam a carne de seus inimigos , acreditando que isto os deixariam mais fortes , adquirindo então a virtude de seu combatente morto. É importante lembrar que são 4 os grupos de maiores línguas no Brasil. Com distribuição geografia extensa e com inúmeros membros: tupi, macro-jê,aruak e karib. Quanto a religião seguida pelos índios , muitos cultuavam inúmeros deuses, segundo os portugueses os índio eram uma raça sem fé , sem rei e sem lei,para os índios dentro do corpo existia um espírito chamado de alma que após a morte ia para o guajupiá onde encontrariam o espírito de seus ancestrais. O contato O primeiro contato oficial foi feito no dia 22 de abril de 1500 pelo navegante Pedro Álvares Cabral. A conivência dos brancos europeus com o índio não foi muito amigável logo no primeiro contato, a antropofagia (como narra o aventureiro,herói viajante , alemão Hans Staden)para o branco foi algo “inaceitável e inexplicável”, e de todas as formas foi difícil compreender o mundo indígena(como o fato de onde homens e mulheres andarem nus sem existir nenhum apelo sexual) já que os europeus haviam sido educados através do cristianismo e eles que achavam que viviam em uma sociedade extremamente superior e que consideravam o índio um ser selvagem.É importante destacar que apesar de os índios serem considerados selvagens eles estavam bem evoluídos, como por exemplo os tupis semi-sedentários que praticavam a agricultura . No começo os índio recebiam dos europeus espelhos e outras coisas em troca do ouro e de pedras preciosas.Inclusive os índios chegaram a trabalhar transportando pau-brasil em troca de quinquilharias . Já no século XVI ,ocorreu a intensificação das atividades agrícolas (onde muitos índio perderam suas terras para assentamento dos colonos) e econômicas ao longo do litoral brasileiro, foi também nesta data que a escravidão indígena teve ápice. Alem da pólvora e de armas antes nunca vistas pelos índios, existiam ainda a gripe ,a varíola,o sarampo e a malária que dizimaram centenas de dezenas de índios , já que estes por nunca terem antes tido contato com essas doenças não possuíam anticorpos. Como todo povo, os índios não desejavam serem escravizados, assim começaram as batalhas diárias entre o homem branco e o índio.
FONTE: http://www.prodam.sp.gov.br/dph/imagens/indios.jpg
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Uma das fotografias que abalaram o mundo: omayra sanchez
Muitos vêem nesta imagem de 1985 o começo do que hoje chamamos "globalização mediática", pois a agonia de Omayra Sanchez foi acompanhada em tempo real pelas câmaras de televisão de todo o mundo. Apesar da profusão de imagens dinâmicas conseguidas pelas televisões foi esta imagem estática, dum realismo e de uma dimensão humana chocantes, que fez a história deste primeiro directo da agonia e morte de um ser humano.
Omayra Sanchez, de 13 anos, foi uma menina vítima do vulcão Nevado del Ruiz durante a erupção de 1985 que arrasou o povoado de Armero, na Colômbia. Omayra ficou três dias sob o lodo, barro, água e o que restava da sua própria casa. Quando os paramédicos, de parcos recursos, tentaram ajudá-la, comprovaram angustiados que lhes era impossível fazê-lo, já que para a removerem da armadilha mortal em que se encontrava precisavam amputar-lhe as pernas e a falta de um especialista para tal cirurgia resultaria na morte da menina.
Segundo os paramédicos e jornalistas que a rodeavam, Omayra mostrou-se forte até o último momento da sua vida. Durante os três dias que durou a agonia pensou somente em voltar ao colégio, aos seus estudos e à convivência com os amigos. O fotógrafo Frank Fournier fez esta foto de Omayra que deu a volta ao mundo e originou uma controvérsia a nível planetário a respeito da indiferença do governo colombiano relativamente às vítimas de catástrofes.
A fotografia foi publicada meses após a morte da menina e Frank Fournier recebeu, em 1986, por esta imagem, o World Press Photo Premier Award.
Omayra Sanchez, de 13 anos, foi uma menina vítima do vulcão Nevado del Ruiz durante a erupção de 1985 que arrasou o povoado de Armero, na Colômbia. Omayra ficou três dias sob o lodo, barro, água e o que restava da sua própria casa. Quando os paramédicos, de parcos recursos, tentaram ajudá-la, comprovaram angustiados que lhes era impossível fazê-lo, já que para a removerem da armadilha mortal em que se encontrava precisavam amputar-lhe as pernas e a falta de um especialista para tal cirurgia resultaria na morte da menina.
Segundo os paramédicos e jornalistas que a rodeavam, Omayra mostrou-se forte até o último momento da sua vida. Durante os três dias que durou a agonia pensou somente em voltar ao colégio, aos seus estudos e à convivência com os amigos. O fotógrafo Frank Fournier fez esta foto de Omayra que deu a volta ao mundo e originou uma controvérsia a nível planetário a respeito da indiferença do governo colombiano relativamente às vítimas de catástrofes.
A fotografia foi publicada meses após a morte da menina e Frank Fournier recebeu, em 1986, por esta imagem, o World Press Photo Premier Award.
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Fotografias, O mundo dos pequenos animais é fascinante nas suas cores
A fotografia tem, entre outras virtudes, a de nos revelar mundos que estão vedados à limitada capacidade capacidade da vista humana. Assim é com a fotografia microscópica ou telescópica ou ainda com a fotografia de alta velocidade. O mundo dos pequenos animais é fascinante nas suas cores, detalhes e beleza. É preciso termos mais cuidado com o lugar onde colocamos os pés...
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